Secretarias debatem atendimento a mães haitianas no Ambulatório Materno-Infantil

Foto de: Divulgação

A Sala de Reuniões do Gabinete do Prefeito recebeu, na manhã de segunda-feira (1º), reunião com equipes das secretarias da Saúde (SMS) e de de Políticas para Infância, Juventude, Mulher, Família e Desenvolvimento Humano (SMDH). Em pauta, as dificuldades no atendimento às mães haitianas que recorrem ao Ambulatório Materno-Infantil (AMI).

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Com a presença do prefeito Beto Lunitti e das secretárias Gabriela Almeida Kucharksi (SMS) e Jennifer Thays Chagas Teixeira (SMDH), foram debatidos meios de encontrar soluções práticas para superar as dificuldades enfrentadas pelos profissionais do ambulatório no atendimento a gestantes e puérperas originárias do Haiti. “Em virtude das diferenças entre as línguas portuguesa e criole, fica muito difícil a comunicação entre nossa equipe e essas pacientes. Algumas já chegam até nós com problemas sérios e a falta de compreensão delas em relação às nossas orientações pode agravar o quadro clínico delas e/ou do bebê que elas carregam no ventre ou no colo. Impedir que problemas evitáveis aconteçam com este público é fundamental neste momento”, destaca a gerente do AMI, Márcia Mallmann.

A titular da SMDH pontua que a pasta tem uma coordenadoria que atua diretamente na promoção de políticas públicas voltadas aos imigrantes, e que a solução desta questão passa por facilitar a comunicação entre haitianos e pessoas de outras nacionalidades que residem em Toledo e as pessoas que os atendem quando recorrem ao serviço público. “Da nossa parte, vamos dar celeridade a um processo licitatório para contratação de uma empresa que recrutará tradutores remunerados por hora de trabalho, e que ficarão à disposição da administração municipal toda vez que houver necessidade de intermediar o processo e torná-lo mais eficaz. É um modelo semelhante ao já proposto em relação à Central de Libras [Língua Brasileira de Sinais], e queremos implantá-lo até o início de 2023”, explica Jennifer. “Nesta questão do AMI, nosso foco é qualidade de vida da mãe e do bebê, mas a presença deste profissional também pode facilitar a vida de todos os envolvidos em outros setores da Saúde e demais áreas da administração municipal”, complementa. 

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Fonte: Assessoria
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