Ano epidemiológico da dengue em Toledo deixa saldo de 4.397 casos e 2 óbito

Foto de: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) divulgou no fim da tarde desta quarta-feira (3) o último boletim da dengue referente ao ano epidemiológico 2021-2022, encerrado no domingo (31/7). Neste período foram registrados em Toledo 4.397 casos da doença (4.341 autóctones e 56 importados), que fez duas vítimas fatais: uma mulher de 79 anos falecida em 1º de maio e um homem de 91 anos que veio a óbito cinco dias depois.

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Ambos começaram a apresentar sintomas praticamente na mesma época em que o município decretou situação de epidemia em Toledo, que registrou o auge de casos no mês de maio. O pico permaneceu até a primeira quinzena de junho e, a partir de então, a quantidade de novos casos foi diminuindo rapidamente, a ponto de chegar a zero na última semana do ano epidemiológico.

Como ainda há o exame de 12 pacientes em análise, o número de pessoas que testaram positivo para a doença transmitida pelo Aedes aegypti pode sofrer alterações. Considerando ainda que 822 exames deram negativo, o quantitativo de notificações – isto é, de pacientes de Toledo que procuraram os serviços de saúde com sintomas de dengue – foi de 5.231 entre 1º de agosto de 2021 e 31 de julho de 2022. 

No “Top Five” de bairros com o maior número de casos ficaram Panorama (409), Centro (342), Europa (244), Fachini (237) e Boa Esperança (218) – sozinhos, eles representam quase um terço (32,98%) de todos os registros. Entre 28 de julho e 3 de agosto os agentes de combate a endemias (ACEs) encontraram somente três criadouros do Aedes aegypti no município, todos no Jardim Independências.

Por falar nos ACEs, merece registro o trabalho incansável destes profissionais para mitigar os efeitos da dengue em Toledo, um dos municípios da área de abrangência da 20ª Regional de Saúde que menos sofreram os impactos da doença. A SMS, por meio do Setor de Controle e Combate às Endemias, conclama a população para manter os cuidados de prevenção de forma a impedir a reprodução do Aedes aegypti, o que não demanda muito esforço: uma vez por semana, é preciso fazer um “pente fino” no quintal e retirar a água acumulada em vasos, pneus, garrafas, calhas, plantas, entre outros lugares – o frio não elimina as larvas do Aedes aegypti, que podem resistir a baixas temperaturas por até um ano. 

Outro ponto importante é permitir que os ACEs tenham pleno acesso aos imóveis facilitados a fim de poderem fazer o trabalho de vistoria e orientação dos moradores. Para evitar quadros mais graves, quem estiver com sintomas típicos da doença – manchas avermelhadas na pele, dor abdominal, febre, dor no corpo e cansaço – deve procurar assistência médica imediatamente. 

Nunca é demais lembrar: a dengue mata e tudo que for possível para preveni-la deve ser feito!

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Fonte: Assessoria
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