População mais uma vez é prejudicada por atos de vandalismo em Toledo

Foto de: Divulgação

Um vídeo com imagens da depredação do banheiro público do Parque do Povo Luiz Cláudio Hoffmann circulou pelas redes sociais neste fim de semana e causou revolta nos cidadãos e também nos gestores municipais. Foram quebradas paredes, algumas portas queimadas e também ocorreram pichações, causando prejuízos aos cofres públicos e aos usuários dos espaços.

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De acordo com o vice-prefeito Ademar Dorfschmidt, a ação criminosa já foi denunciada aos órgãos de segurança, porém é preciso se fazer um debate mais amplo sobre a situação. “Muitas pessoas questionam o porquê de não termos a presença da Guarda Municipal. Veja bem, para manter a segurança, precisaríamos de dois servidores por noite, inclusive com alguém para cobrir as escalas nos finais de semana”. 

Outro apontamento é sobre a vigilância por videomonitoramento. “Podemos até colocar, mas por ser um local distante, mesmo com a possibilidade de atendimento em tempo real, até o deslocamento de uma equipe volante, o fato já teria ocorrido. Outro ponto a se destacar é que o vandalismo foi dentro do banheiro, local que por força de lei, não é permitida a instalação de câmeras”, reforça Ademar.

Como solução a médio e longo prazo, Ademar sugere a construção de estruturas a serem exploradas por meio de licitação. “Poderíamos criar ambientes para instalação de lanchonetes ou cafés, inclusive prestando um serviço à população, como a disponibilização de banheiros, promovendo uma melhor ocupação dos parques de Toledo. Vamos iniciar discussões junto à comunidade”, comenta.

Dorfschmidt também apelou para a conscientização das pessoas. “Se souber de algo, denuncie. Quando precisamos repor estruturas como estas, é um dinheiro que deixa de ser investido num parque infantil, numa estrutura melhor e mais moderna para as pessoas aproveitarem, ou mesmo em educação e saúde”, concluiu. 

Quem cuida tem -  Além de ser crime, previsto no artigo 163 do Código Penal, o vandalismo prejudica as pessoas que dependem do bem depredado. As “vítimas” destes atos são os munícipes que usufruem dos espaços públicos. A população perde duas vezes, porque fica sem poder utilizar todo o potencial do espaço ou serviço público que lhe pertence e porque, para reparar esse dano, a administração pública precisa retirar recursos que seriam destinados a outras benfeitorias, o que não seria necessário se não houvesse a depredação. Para impedir que isso aconteça, a contribuição dos cidadãos é fundamental - seja cuidando de locais públicos quando ali estiverem, mantendo-os limpos e funcionais; seja denunciando situações de vandalismo pelo telefone 153 (Guarda Municipal). 

Fonte: Assessoria

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