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O Brasil caminha para ter a conta de luz mais cara do mundo, avalia Instituto

Foto de: Estadão

Em relação à nota publicada na coluna, ontem, sobre os cálculos de energia feitos pelo “Financial Times”, o diretor do Instituto Ilumina, Roberto D’Araújo, afirma que o Brasil já detém o triste título de segundo país com a tarifa de energia mais cara do mundo. Ficando atrás apenas da Alemanha.

Continue a leitura depois do anuncio.

Aliás, o cenário pode piorar. Para esse ano, a expectativa é de que o país chegue ao topo da lista das nações que possuem a mais alta conta de luz.

A responsabilidade, ressalta d’Araujo, não é de São Pedro e, sim, da má gestão do sistema e da oferta de energia.

Um problema que deve ser agravado ainda mais agora que o presidente Bolsonaro sancionou a lei que que obriga o uso de usinas termelétricas movidas a carvão mineral até 2040 em Santa Catarina.

Veja a lista dos países em que a energia é mais cara:
De acordo com os mais atuais dados disponibilizados pela Agência Internacional de Energia (IEA), os dez países onde a tarifa de energia elétrica mais pesa no bolso da população (maior Paridade do Poder de Compra) são:

1º - Alemanha
2º - Brasil
3º - Itália
4º - Turquia
5º - Singapura
6º - Indonésia
7º - Japão
8º - Índia
9º - Reino Unido
10º - África do Sul

Uma boa Saída é a Energia Solar!


A energia solar, como o próprio nome indica, refere-se à energia cuja fonte é o Sol. Sua captação pode ser feita por meio de diversas tecnologias, como painéis fotovoltaicos, usinas heliotérmicas e aquecedores solares.

Basicamente, ao ser captada, a luz solar é convertida em energia. Nos painéis fotovoltaicos e nas usinas heliotérmicas, a luz solar é convertida em energia elétrica e térmica. Já no aquecimento solar, a luz solar é convertida em energia térmica.

A energia solar pode ser usada na produção de energia elétrica por meio de dois sistemas: heliotérmico e fotovoltaico.

Energia solar fotovoltaica
Energia solar fotovoltaica nada mais é do que a conversão direta da radiação solar em energia elétrica. Essa conversão é realizada pelas chamadas células fotovoltaicas, compostas por material semicondutor, normalmente o silício. Ao incidir sobre as células, a luz solar provoca a movimentação dos elétrons do material condutor, transportando-os pelo material até serem captados por um campo elétrico (formado por uma diferença de potencial existente entre os semicondutores). Dessa forma, gera-se eletricidade.

Constituído por painéis, módulos e equipamentos elétricos, o sistema fotovoltaico não exige um ambiente com alta radiação para funcionar. No entanto, a quantidade de energia produzida depende da densidade das nuvens, ou seja, quanto menos nuvens houver no céu, maior será a produção de eletricidade.

Essa forma de obtenção de energia, uma das mais promissoras atualmente, vem crescendo cada vez mais em virtude da redução dos preços e dos incentivos oferecidos para que os países adotem fontes renováveis de energia.

Energia solar heliotérmica
No sistema heliotérmico, a energia proveniente do Sol é transformada em calor, aquecendo, principalmente, a água de residências, hotéis e clubes. Para que isso seja possível, são utilizados painéis solares (espelhos, coletores, helióstatos), que refletem a luz solar, concentrando-a em um único ponto no qual há um receptor.

O receptor é constituído por um líquido, que é aquecido pela luz solar refletida nos painéis. Esse líquido é responsável pelo armazenamento de calor, aquecendo a água nas usinas e, assim, produzindo vapor. Esse vapor movimenta as turbinas nas usinas, provocando o acionamento de geradores, que produzem energia elétrica.

Regiões com grande incidência solar, poucas nuvens e terrenos planos são próprias para produção de energia solar heliotérmica. No Brasil, as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste destacam-se na produção desse tipo de energia solar.

Fonte: O Globo



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