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Toledo realizará uma das 7 ultramaratonas homologadas do Brasil

Foto de: Divulgação

Toledo se destaca em várias áreas, no agronegócio, na cultura, na educação, na saúde, entre outras. E no ano que o município comemora os seus 70 anos, a sua  força e o seu potencial também são reconhecidas nacional e internacionalmente pela organização de eventos esportivos. A Capital Paranaense do Agronegócio agora faz parte do seleto grupo homologado pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT) para realização de ultramaratonas e integra também o calendário oficial da Associação Internacional de Ultramaratona (IAU).

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A competição que colocou Toledo neste patamar é a 24 horas de corrida de revezamento e solo Torao Takada. Serão disputadas as modalidades 24 horas de revezamento; 24 horas solo; e 100km solo. A disputa é organizada pela Associação Correr Toledo, com apoio da Secretaria de Esportes e Lazer (Smel), e acontecerá nos dias 23 e 24 de abril de 2022.

A coordenadora do Setor de Esportes na Natureza, Paradesporto e Esporte no Interior, Sandra Beatriz Schossler, explica que este é um evento complexo em termos de organização, com poucas competições oficiais no Brasil e comemora: “Toledo tem a sua prova reconhecida”, comemora. “Isso significa que agora temos grandes chances de atrair atletas internacionais, não só da América Latina, mas de outros países, para busca de índice. Acredito que se emborrachar a pista, conforme há esse planejamento, Toledo vai virar polo das outras maratonas do Brasil e da América do Sul”, acrescenta Sandra. 

Para a competição atingir esse nível, foi necessária uma prova de homologação, que aconteceu em 2020. Além das tradicionais modalidades da prova Torao Takada, alguns atletas participaram com o objetivo de alcançar o índice exigido pela Federação. Dos atletas que participaram, três foram selecionados para representar o Brasil em uma prova intercontinental que vai acontecer ano que vem envolvendo atletas de nove países.

Entre as exigências, envolveu a presença de arbitragem da CBAT, cronometragem eletrônica, a presença de um delegado para fazer o relatório, esse delegado é de São Paulo, é necessário arcar com as despesas dele, despesa de federação. “Ano que vem teremos que fazer uma nova aferição do percurso da pista, pois vamos incluir os 100km. Para isso temos que marcar certinho o ponto de largada e de chegada”. Sandra disse que, em contato com um delegado que acompanha as outras maratonas do Brasil, houve relato do profissional informando que Toledo tem umas das melhores provas em termos de estrutura, de espaço e de pista.

Sandra disse ainda que apesar de ter uma organização privada, existe apoio do poder público, por meio da Smel, para auxiliar com tendas, chuveiros, banheiros, grades, apoio dos professores e estagiários da administração municipal, além de um pequeno aporte financeiro. “Estamos falando da logística envolvendo mais de dois mil atletas durante 24 horas consecutivas que demandam uma boa estrutura e uma equipe de trabalho muito boa”, frisou Sandra. 

Economia - A prova também aquece um novo nicho: o do turismo esportivo. “Quando você organiza um evento deste tamanho, vem o atleta, família e todo um staff. Isso movimenta nossa hotelaria, restaurantes e setor de serviços. As empresas também se movimentam para patrocinar a prova, se tornam parceiros, ganham com a publicidade que gera um grande evento. Isso justifica a organização e também investimentos que acontecerão na região, entre eles, o emborrachamento da pista em torno do Horto Florestal do Parque Ecológico Diva Paim Barth, obra prevista estar concluída em 2022”, comenta a secretária da Smel de Toledo, Marli Gonçalves Costa. 

Fonte: Assessoria



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