Na UTI, paciente pede cerveja após 10 dias de intubação

Foto de: Divulgação.

Após ficar 10 dias intubado por complicações da covid-19, Reni Antônio Padilha de Abreu, de 51 anos, fez um pedido bastante curioso no Hospital Nossa Senhora das Graças, em Curitiba. Para a equipe de assistência, o paciente solicitou uma cerveja e um refrigerante, e foi atendido.

Reni foi autorizado pelas equipes médica, de nutrição e de fonoaudiologia do hospital, a tomar o refrigerante e a cerveja, sem álcool. Os nutricionistas do hospital sempre questionam aos pacientes o que gostariam de se alimentar.

Para o Reni, saborear as bebidas representou vida. “Essa foi a melhor forma de resumir que eu estou vivo. Tem tantas coisas tão simples para a gente fazer e que a gente deixa para amanhã. Não deixe para amanhã, faça hoje mesmo o que você tem que fazer, principalmente com a sua família porque a vida é um piscar de olhos”, disse.

Para a nutricionista foi emocionante ver a alegria e felicidade de Reni, chorando de emoção ao se sentir vivo. “Muitas vezes nós não damos valor quando temos isso todos os dias, mas quando passamos por um momento em que não podemos nos alimentar, valorizamos as pequenas coisas e isso é muito gratificante no nosso trabalho todo dia”, diz Maria Inez.


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Reni foi autorizado pelas equipes médica, de nutrição e de fonoaudiologia do hospital, a tomar o refrigerante e a cerveja, sem álcool. Os nutricionistas do hospital sempre questionam aos pacientes o que gostariam de se alimentar.

Para o Reni, saborear as bebidas representou vida. “Essa foi a melhor forma de resumir que eu estou vivo. Tem tantas coisas tão simples para a gente fazer e que a gente deixa para amanhã. Não deixe para amanhã, faça hoje mesmo o que você tem que fazer, principalmente com a sua família porque a vida é um piscar de olhos”, disse.

Para a nutricionista foi emocionante ver a alegria e felicidade de Reni, chorando de emoção ao se sentir vivo. “Muitas vezes nós não damos valor quando temos isso todos os dias, mas quando passamos por um momento em que não podemos nos alimentar, valorizamos as pequenas coisas e isso é muito gratificante no nosso trabalho todo dia”, diz Maria Inez.


Fonte: Banda B


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