Caged coloca Toledo em posição de destaque na geração de empregos no PR


 


Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Ministério do Trabalho consolidaram a posição de destaque na geração de empregos formais. A Capital Paranaense do Agronegócio manteve a liderança entre os 21 municípios que têm mais de 100 mil moradores em termos relativos, com um saldo absoluto (diferença entre admissões e desligamentos) de 3.506 entre janeiro e julho deste ano, uma proporção de 24.246,03 por milhão de habitantes. 

 

Araucária (22.454,59), Cascavel (19.906,39), Cambé (17.646,08) e Umuarama (17.537,21) completam o “Top 5”. Em números absolutos, Toledo aparece na 6ª posição, atrás de Curitiba (saldo de 30.244), Cascavel (6.690), Maringá (6.316), Londrina (5.411) e São José dos Pinhais (4.325).

 

Nos sete primeiros meses deste ano ocorreram em Toledo 17.528 admissões e 14.022 desligamentos. Dos novos empregos gerados em Toledo, 2.045 (6.835 admissões/4.790 demissões) foram gerados pelo setor de serviços, 713 (4.955/4.242) pelas indústrias, 364 (1.489/1.125) pelas empresas de construção, 326 (3.863/3.537) pelos estabelecimentos comerciais, e 58 (386/328) pela agropecuária.

 


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Julho

No sétimo mês de 2021, Toledo criou 201 novos empregos (2.408 admissões e 2.207 demissões), sendo o 13º município do Paraná com mais de 100 mil habitantes em termos absolutos. As cinco primeiras posições ficaram com Curitiba (4.440), Maringá (1.009), Londrina (859), Cascavel (720) e São José dos Pinhais (594).

 

Em termos relativos, a Capital Paranaense do Agronegócio encontra-se na 12ª posição, com 1.390,03 novos postos de trabalho para cada 1 milhão de habitantes. Neste caso, o “Top Five” é composto por Araucária (3.103,92), Umuarama (2.433,52), Maringá (2.311,72), Curitiba (2.261,01) e Cascavel (2.142,39).

 

O setor de serviços foi responsável por 165 (959 admissões/794 desligamentos) dos 201 novos postos de trabalho criados em julho no município, 64 (572/508) foram gerados pelo comércio e 54 (244/190) pelas empresas de construção. A agropecuária e a indústria tiveram, respectivamente, saldo negativo de 30 (27/57) e 52 (606/658).


 


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