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Antes de morrer, vítima gravou áudio relatando que esposa e dois homens teriam realizado crime; ouça

Foto de: Reprodução

Na tarde desta terça-feira (22), o advogado criminalista Luciano Katarinhuk conversou com a reportagem da CGN falando sobre as atualizações referentes ao homicídio de Lucas Barbosa da Silva.

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O homem foi morto com golpes de facão no dia 02 de fevereiro de 2020, no município de Assis Chateaubriand, sendo que a esposa seria a mentora do crime, o qual teve a participação do amante dela e outros dois executores.

O assistente de acusação deu detalhes sobre como a morte foi planejada, entre a esposa e o amante, além da condição que a vítima foi deixada, sendo que foi amarrada para ser assassinada com golpes de faca e facão.

Apesar de estar amarrado e sedado, a vítima, que tinha mais de 1,90m e aproximadamente 100 quilos, conseguiu reagir a ação dos executores, tentando se esquivar dos golpes realizados com as armas branca.

Após ser ferido com aproximadamente oito facadas, Lucas conseguiu se desamarrar, sair de casa e pedir socorro aos vizinhos, sendo socorrido e encaminhado ao Hospital.

Antes de falecer, ele também contou aos policiais, que atenderam a ocorrência, como teria sido alvo do crime, sendo que relatou que foi amarrado pela esposa e também teria conseguido reconhecer os agressores, os identificando.

Os policiais conseguiram, ainda, gravar em áudio o relato da vítima, que, antes de morrer, deu os detalhes do próprio homicídio; ouça.

Após o crime, a esposa teria mandado mensagens de áudio ao pai de Lucas, afirmando que ambos haviam sido alvo de um assalto, mas o marido teria sido amarrado e esfaqueado pelos supostos criminosos.

Conforme o assistente de acusação, todas as provas captadas mostram o planejamento do crime, a tentativa de criação de um álibi, além da participação de todos os envolvidos.

Outra novidade, a qual corrobora a acusação e também foi juntada ao processo, são os vídeos que reproduzem em 3D o que teria ocorrido na cena do crime.

Desta forma, Katarinhuk espera que os quatro envolvidos no crime sejam acusados do assassinato e julgados da forma mais rigorosa possível, já que o crime tem quatro qualificadoras.

Fonte: Redação CGN



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