A Secretaria de Saúde de Toledo confirmou o segundo óbito por dengue na cidade. O paciente, um homem de 78 anos com comorbidades, foi atendido no Pronto Atendimento Municipal Doutor Jorge Nunes em 3 de fevereiro, transferido para o Hospital de Retaguarda de Cascavel em 7 de fevereiro e faleceu três dias depois.
A secretária de Saúde, Gabriela Kucharski, alerta para a gravidade da situação da dengue, que afeta não apenas Toledo, mas também o Paraná e o Brasil. Ela enfatiza que a dengue pode afetar todas as faixas etárias, inclusive em sua forma mais grave.

A primeira morte por dengue em Toledo ocorreu no mês passado, um homem de 62 anos. Uma semana depois, o município declarou estado de emergência devido ao aumento exponencial de casos da doença.
De acordo com o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde, o Paraná já registrou 37 mortes por dengue, sete a mais do que no ano epidemiológico de agosto de 2019 a julho de 2020, período da pior epidemia de dengue no estado.

O número de casos continua aumentando. O boletim epidemiológico mais recente, publicado em 1º de março pela SMS, mostra que Toledo tem 1.009 casos confirmados de dengue, com 831 pessoas aguardando resultados de exames. Desde 1º de agosto de 2023, início do atual ano epidemiológico, 2.976 pessoas com sintomas da doença procuraram atendimento médico.
A SMS reforça o pedido para a população intensificar as ações de combate e prevenção ao mosquito nos imóveis onde mora e trabalha. Recomenda-se que as pessoas com sintomas de dengue procurem atendimento médico imediatamente para evitar formas mais graves da doença.

A realização de vistorias pelos agentes de combate a endemias nos imóveis é fundamental para conter a disseminação da dengue na cidade. A população é incentivada a facilitar o trabalho desses agentes e seguir todas as orientações fornecidas.












