A cidade de Toledo está sofrendo com o aumento de casos de dengue, que sobrecarregou os serviços de saúde pública. Na segunda-feira (12) e na terça-feira (13), a Unidade de Pronto Atendimento José Ivo Alves da Rocha (UPA da Vila Becker) e o Pronto Atendimento Municipal Doutor Jorge Nunes (PAM/Mini Hospital) atenderam 718 e 704 pacientes, respectivamente. A média normal é de 350 a 450 por dia.
A secretária de Saúde, Gabriela Kucharski, afirmou que a procura por atendimento explodiu no feriado e que as equipes estão trabalhando no limite. Ela disse que foi necessário liberar escalas extras para os profissionais da saúde e que já há falta de leitos credenciados na Macrorregional Oeste, que abrange as Regionais de Saúde de Toledo, Cascavel, Francisco Beltrão, Pato Branco e Foz do Iguaçu.

Gabriela explicou que a dengue tem diferentes níveis de gravidade e que os pacientes mais graves precisam ficar em observação, seja para hidratação ou para exames. Ela lembrou que a dengue é uma doença viral que dura cerca de 7 dias e que incapacita a pessoa doente. Ela frisou que a dengue é um problema em todo o Paraná e no Brasil.
A secretária de Saúde também destacou que as ações de prevenção e combate ao mosquito transmissor da dengue realizadas pelo município têm sido elogiadas pelos órgãos estaduais. Ela disse que participou de uma reunião de nível estadual na última semana e que recebeu reconhecimento pelo trabalho feito em Toledo.

Ela orientou a população a verificar os possíveis criadouros do mosquito em suas casas e a eliminar qualquer acúmulo de água parada. Ela citou alguns exemplos de locais que devem ser vistoriados, como lonas, plantas, bebedouros de animais, garrafas, tampas, ralos, pneus, tanques de água, caixas de gordura, calhas, piscinas, aquários, fontes, garrafas de vidro, materiais de construção, entre outros












